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Verão sem suor

Revista Versatille - Novembro / 2015

A expectativa é que tenhamos um dos verões mais quentes dos últimos anos. E torna-se constrangedor suar excessivamente, pois essa condição gera impacto negativo tanto na vida profissional quanto nas relações afetivas. Se o suor é exagerado em apenas uma área - axilas, pés ou mãos -, independentemente do calor, essa desordem é chamada hiperidrose. Pode ocorrer, portanto, em qualquer estação do ano. A hiperidrose piora com o estado emocional: o nervosismo, a ansiedade e o estresse.

Trata-se de uma bola de neve: a tensão provocada pela possibilidade de suar faz que a pessoa fique nervosa ou estressada e isso gera ainda mais suor. Essa situa-ção desagradável acaba marcando a roupa, principalmente na região das axilas, piorando a cena caso a peça seja de cor clara. As mãos, porém, também suam em excesso, apenas por se imaginar o ato de cumprimentar.

Nos pés, a hiperidrose deixa a região úmida e escorregadia, dificultando o uso de sandálias. Tem mais: o suor excessivo pode causar cheiro desagradável, pois favorece a proliferação de bactérias e fungos na superfície da pele. Nesse caso, não basta tratar a hiperidrose. É preciso, ainda, eliminar esses microrganismos com o uso de produtos específicos. Mas chega de drama e vamos às soluções.

O tratamento passa pelas mãos de um dermatologista, que vai fazer o diagnóstico correto, analisar a situação e propor a estratégia ideal de combate ao problema. Uma das melhores armas contra a hiperidrose é a toxina botulínica, utilizada com sucesso também para suavizar as rugas de expressão. No caso, a toxina atua sobre as glândulas de suor, neutralizando essa ação exagerada.

O processo é praticamente indolor: a região é anestesiada e, após 40 minutos, aplica-se a toxina nas áreas com maior concentração de suor. O resultado dura, em média, entre oito e 12 meses. Há algumas opções de cirurgias específicas para as axilas. Uma das quais é feita com uma cureta para raspar as glândulas de suor. A outra, com um aparelho a laser, que, além de destruir essas glândulas, retira a gordura local. Neste caso, o resultado é definitivo. E, por último, o tratamento de micro-ondas, principalmente nas axilas, para tirar as glândulas sudoríparas de combate.

Assim, com as glândulas atrofiadas, a ação do suor é inutilizada, ou seja: o resultado também é definitivo. Algumas pesquisas apontam que quase metade das pessoas que sofrem com o suor excessivo nunca procurou maneira alguma para amenizar o desconforto.

De modo geral, àqueles que preferem procedimento menos invasivo, indica-se a toxina botulínica ou a tecnologia que utiliza micro-ondas. Nos casos mais graves, geralmente a opção pela cirurgia é a melhor. Independentemente do tratamento a ser escolhido, o importante é enfrentar o problema. Afinal, está em jogo a melhora da autoestima e da qualidade de vida.

Abaixo segue a publicação:


Verão sem suor

 


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