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A forma mais comum de alopecia é a calvície que ocorre em homens e mulheres com predisposição genética. Observa-se um afinamento contínuo do fio até a transformação total do mesmo numa "penugem".

Os homens tem o padrão específico com as entradas e "coroa de padre", já as mulheres apresentam padrão difuso com rarefação na região frontal.

O importante em qualquer tipo de alopecia é descobrir a causa exata. O primeiro passo é a consulta dermatológica, seguida de exames, dermatoscopia do couro cabeludo, biópsia, quando necessária, para se chegar a um diagnóstico. A segunda etapa é a escolha do tratamento, que pode ser clínico ou cirúrgico.

Tratamento Clínico

Atualmente a dermatologia dispõe de medicamentos para tratar as diferentes formas de alopecia e, dependendo da causa, pode atenuar ou eliminar totalmente o problema.

Os tratamentos específicos para a queda de cabelos variam de cosméticos tópicos até uso de vitaminas, medicamentos por via oral ou injetáveis e sessões de laser. Atualmente a calvície, embora hereditária, conta com uma droga específica (finasterida) para evitar o afinamento e transformação do fio.

O tratamento precoce é importante para que não ocorra a atrofia das raízes pilosas. Portanto, quanto antes se inicia o tratamento, maior a chance de sucesso.

Tratamento Cirúrgico

Os transplantes capilares realizados com técnicas antigas deixavam um aspecto artificial (cabelos “de boneca”), evidenciado por tufos de cabelo que continham várias unidades foliculares aspecto de cabelos.

Hoje, essa abordagem mudou completamente e o grande avanço são os transplantes 100% foliculares, que utilizam exclusivamente unidades foliculares.